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14 setembro a 14 de outubro

2018

Um ano agrícola atípico, comparativamente aos últimos 6 anos. Uma primavera antecipada, com falta de precipitação nos 3 primeiros meses do ano, a seguir aos quais o clima se apresentou “tropical”, com temperaturas diurnas e noturnas acima da média para a época, com os finais de tarde sempre acompanhados de trovoadas, muita chuva e em algumas situações até granizo.

As chuvas em plena floração acompanhadas pelos ataques de míldio tardio não abonaram a favor da boa nascença de cachos que se vislumbrava em abril. A região sofreu ainda, durante o mês de agosto, dias de calor muito intenso que provocaram escaldão nas uvas expostas a sul/poente. Nas zonas altas, donde provêm estas uvas, as condições foram mais favoráveis, sendo a produção normal e qualitativamente excelente!

22 agosto a 14 de outubro

2017

Um ano extremamente seco e quente, nomeadamente, a partir de junho, conduzindo a um adiantamento significativo do ciclo vegetativo, fazendo com que a vindima tenha sido uma das mais precoces de que há memória.

Na Quinta Nova utilizamos todo o potencial de técnicas de granjeio para minimizar as ondas de calor, aplicando enrola dos pâmpanos e não desfolha na zona dos cachos. A pressão hídrica e as temperaturas elevadas sentidas durante o período de maturação conduziram a um aumento da concentração, o que originou uma colheita oportuna com mostos de grande qualidade, bons níveis de açúcar, compostos fenólicos, pH e acidez equilibrados!

5 de setembro a 13 de outubro

2016

A vindima de 2016 prima por ser mais uma vindima completamente atípica.

Em termos climatérios o ano foi caraterizado por chuvas ininterruptas em Maio/Junho que afetaram significativamente o desenvolvimento e evolução dos cachos, logo na fase inicial do ciclo vegetativo. Seguiram-se dois meses e meio de temperaturas elevadas e pluviosidade nula. Consequentemente registou-se uma diminuição da produção em cerca de 30%.

Surpreendentemente as uvas estavam muito concentradas. Em todas as castas verificou-se uma diminuição do peso dos cachos apresentando-se sanitariamente irrepreensíveis.

2 de setembro a 3 de outubro

2015

Esta vindima é uma exceção, com um aumento de produtividade em 30% e com um excelente nível qualitativo. Em termos vitícolas, 2015 foi, mais uma vez, um ano atípico ao nível climatérico. Inverno frio e seco, primavera e verão quentes e muito secos. A precipitação verificada ao longo do ciclo foi muito reduzida, com temperaturas em junho e julho muito elevadas, causando impacto na videira e na maturação da uva, resultando previsivelmente num avanço e consequente adiantamento de uma a duas semanas na colheita, comparativamente com a média dos últimos anos. O resultado são vinhos de elevada concentração, equilíbrio, densidade e longevidade.

28 agosto a 10 outubro

2014

Um ano vitícola atípico, em termos climáticos, com ocorrência de elevados valores de precipitação, em especial nos meses de janeiro, fevereiro, julho e setembro, e a grande instabilidade climática verificada no período de verão.

Consequência da evolução das condições do clima, os controlos de maturação da uva efetuados até aos meados de agosto indicavam um avanço de cerca de duas semanas na fenologia da videira, com as uvas a apresentarem bons níveis de açúcar, acidez e compostos fenólicos, o que levou a que a vindima se iniciasse no final deste mês.

A partir de meados de setembro, a precipitação registada acabou por provocar uma diminuição do teor de álcool provável e por condicionar a recolha das uvas, prolongando-se a vindima até outubro.

2014 teve um aumento de produção de 34%, relativamente a 2013, aproximando-se da média de produção de 2007 a 2013.

13 de setembro a 18 outubro

2013

A vindima de 2013 caraterizou-se pela redução recorde da produção (-10%) relativamente à colheita de 2012, depois de, já nesse ano, se ter verificado uma diminuição de 26% face a 2011. A vindima na Quinta Nova (QN) na campanha de 2013, iniciou-se no dia 13 de setembro e terminou a 18 de outubro.

O início do ano vinícola (novembro e dezembro) foi muito chuvoso, tendo-se prolongado as precipitações elevadas até março. Teoricamente a água dos lençóis freáticos estava reposta e avizinhava-se um excelente ano. A partir de abril a precipitação foi praticamente nula e a água existente no solo não foi suficiente para que o ciclo vegetativo decorresse com normalidade. O vingamento (formação dos cachos) foi bom, embora o número de cachos nascidos fosse diminuto. O desenvolvimento da planta a nível vegetativo (folhas) também. No entanto, a formação dos bagos e seu desenvolvimento, ficou em termos de tamanho muito aquém do esperado.

O Verão foi demasiado agressivo e o sistema de bombagem funcionou sempre em défice para as necessidades. Em pleno Verão a charca de onde retiramos água para abastecimento da QN secou.

No mês de Setembro as uvas encontravam-se extremamente concentradas e sanitariamente impecáveis. No entanto, os cachos eram muito pequeninos e de bago miudinho. Se por um lado perdemos quilos, por outro permitiu vinificar e obter vinhos de excelente qualidade pela concentração.

A QN embora esteja situada na sub-região do Cima Corgo, tem um microclima específico equivalente às condições climatéricas do Douro Superior. Muito seco, com chuvas anuais inferiores a 400 mm e temperaturas médias superiores a 35 graus nos meses quentes.

O ciclo vegetativo registou um desenvolvimento normal dos principais estados fenológicos da videira condicionado apenas pela evolução das condições climatéricas.

11 de setembro a 12 de outubro

2012

A vindima de 2012 caracterizou-se pela redução recorde da produção (-26%) relativamente à colheita de 2011, depois de, já nesse ano, se ter verificado uma diminuição de 17% face a 2010. A vindima na Quinta Nova nesta campanha de 2012, iniciou-se no dia 13 de setembro e terminou a 12 de outubro, tendo a adega iniciado a vinificação com os Brancos a 11 de setembro.

Início de ano vinícola entre os seis mais secos desde há 40 anos, com menos de 52%, em média, de precipitação acumulada para o período de inverno. Em agosto registavam-se perdas de 45% nos valores acumulados, diminuindo no final do ciclo para próximo dos 35%, em consequência da precipitação na segunda quinzena de setembro. Segundo o Instituto de Meteorologia, a 29 de fevereiro, grande parte da RDD encontrava-se em situação de seca extrema.

O ciclo vegetativo registou oscilações na evolução dos principais estados fenólicos da videira condicionados pela evolução das condições climatéricas. Assim, para 2012, é de destacar a baixa disponibilidade de água no solo a condicionar o vigor das plantas e a ocorrência de forte desavinho e begoinha. Este foram os fatores que determinaram a baixa produção na Quinta Nova.

26 de agosto a 29 de setembro

2011

Relativamente à colheita de 2010, tivemos 17% de quebra. As condições meteorológicas foram-se alternando consecutivamente com chuva e temperaturas altas, originado a existência de inoculo de míldio e oídio que foi tratado, com persistência, desde a rebentação até à colheita. As temperaturas elevadas no final do ciclo vegetativo, obrigaram a iniciar a vindima ainda em agosto e ao longo de setembro foi necessário acelerar o processo de corte, dado que as uvas desidratavam dia após dia. Estas condições atípicas obrigaram a um cuidado extremo, rigoroso e muito criterioso no corte das uvas com o objetivo de obter vinhos muito elegantes, finos e com boa estrutura, boa cor e volume e menor teor alcoólico.

13 de setembro a 7 de outubro

2010

A vindima de 2010 caracterizou-se por um aumento extraordinário face a 2009, de 53,82% e de 43,33%, face a 2008. Durante o período da floração, o tempo esteve moderado e seco, do que resultou uma boa polinização.

Após três anos consecutivos extremamente secos, o Inverno de 2010 marcou a diferença assistindo o Douro a um dilúvio absoluto.

Durante a maturação dos frutos e após um inverno rigoroso, o verão caracterizou por um ano seco e de altas temperaturas. O crescimento considerável das folhas em consequência do Inverno chuvoso foi bem-vindo, uma vez que as folhas abundantes protegeram os cachos e possibilitaram uma melhor maturação dos frutos. O aspecto positivo da falta de chuva no Verão, foi o facto de as uvas não terem sofrido doenças e se apresentarem em muito boas condições sanitárias.

27 de agosto a 26 de setembro

2009

A colheita de 2009 caracterizou-se por uma quebra, relativamente a 2008, de 6,82% e de 25,35%, face a 2007. Durante o período da floração, o tempo alternou entre quente e seco, moderado e chuvoso, do que resultou uma polinização desigual, produzindo-se menos frutos em algumas variedades/castas.

Um período muito quente em Agosto, com temperaturas médias diárias de 25 a 30ºC, fez com que a vindima começasse excecionalmente cedo.

A vindima na Quinta Nova teve início no dia 27 do mês de agosto e terminou a 26 de setembro. Apesar da quebra de produção, a qualidade equipara-se ao ano de 2008.

9 de setembro a 10 de outubro

2008

A quebra verificada em 2008, relativamente a 2007, foi de 20%.

Os meses de abril e maio, em plena floração, apresentaram muita precipitação, provocando um vingamento diminuto. A baixa precipitação registada em junho, julho e agosto fazia prever o pior, contudo, em agosto não se verificaram as tórridas temperaturas habituais e, a temperatura mais baixa influenciada pelos ventos atlânticos (mais húmidos), originou uma maturação tardia dos bagos e, consequentemente, o adiamento do início da vindima.

16 de setembro a 12 de outubro

2007

A colheita de 2007 pautou-se pelo resultado de um ano excecional que, apesar da escassa precipitação nos primeiros meses, foi compensada pela abundância de precipitação em outubro e novembro de 2006, repondo os níveis de água no solo necessários. O antecipado ciclo vegetativo e a precipitação intensa de junho e julho provocaram o aparecimento de doenças tratadas atempadamente evitando-se uma perda significativa na produção.

Com a maturação perfeita, conseguiu-se um excelente ano, ao nível da quantidade, com um acréscimo de 29% acima do previsto, e na qualidade, com uma graduação alcoólica média de 13,4 graus.

8 de Setembro a 6 de outubro

2006

O ano 2006 caracterizou-se por condições climatéricas adversas. Uma forte tempestade seguida de queda de granizo em junho, seca e altas temperaturas no mês de setembro, foram determinantes para a quebra de produção em cerca de 23% relativamente ao esperado. A diminuição de rendimento das uvas em termos de vinificação foi na ordem dos 10%.

15 setembro a 11 de outubro

2005

O ano de 2005 fica marcado pela primeira vindima da família Amorim após a alienação da empresa JW Burmester. A vinha no Douro teve uma acentuada quebra de produção, motivada pela seca de um outono seco do ano anterior, seguido de um inverno pouco chuvoso e um verão muito quente e muito seco. Mas o solo do Douro é mágico e o xisto demonstrou uma vez mais a sua capacidade em reter água suficiente para fornecer às videiras. Este foi um ano de Touriga Nacional, com uma maturação perfeita, originando vinhos muito finos e elegantes, com boa acidez e repletos de personalidade.

14 setembro a 14 de outubro

2018

Um ano agrícola atípico, comparativamente aos últimos 6 anos. Uma primavera antecipada, com falta de precipitação nos 3 primeiros meses do ano, a seguir aos quais o clima se apresentou “tropical”, com temperaturas diurnas e noturnas acima da média para a época, com os finais de tarde sempre acompanhados de trovoadas, muita chuva e em algumas situações até granizo.

As chuvas em plena floração acompanhadas pelos ataques de míldio tardio não abonaram a favor da boa nascença de cachos que se vislumbrava em abril. A região sofreu ainda, durante o mês de agosto, dias de calor muito intenso que provocaram escaldão nas uvas expostas a sul/poente. Nas zonas altas, donde provêm estas uvas, as condições foram mais favoráveis, sendo a produção normal e qualitativamente excelente!

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