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Compromisso ambiental

A viticultura é o equilíbrio do património natural

Na Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo estamos profundamente conscientes da necessidade de melhorarmos as práticas de viticultura integrada para mantermos o perfil dos nossos vinhos, fundamental para a validação de um projeto com futuro para as novas gerações.

Apesar da dificuldade acrescida, devido ao clima rigoroso e à topografia do terreno, ainda hoje executamos inúmeras tarefas segundo as técnicas tradicionais.

É esta cultura que queremos preservar e que todos os dias constitui a nossa maior inspiração para criar grandes vinhos no Douro com pequenos gestos que fazem toda a diferença

Respeitamos o património genético de espécies autóctones, mais resistentes e perfeitamente adaptadas às condições edafo-climáticas da região e da propriedade.
Plantamos 3500 plantas por hectare, que toda a vida deram origem a novas estacas, preservando o encepamento original, dividido em cada uma das 41 parcelas, em função do seu microterroir.
Não efetuamos a desfolha nas videiras, garantindo uma maior qualidade das uvas e reduzindo o efeito escaldão.
Fazemos compostagem do material vegetal e trituramos 100% da lenha da poda das videiras, devolvendo ao solo a matéria orgânica.
Conservamos os nichos de matos mediterrânicos, fornecendo um refúgio benéfico a toda a fauna auxiliar perto da vinha, evitando o uso de pesticidas.
Preventivamente, instalamos caixas com feromonas, de forma a podermos decidir a melhor estratégia no combate de pragas.
Seguimos rigorosamente as boas práticas de viticultura integrada, usando fertilizantes orgânicos de origem natural e técnicas tradicionais baseadas no controlo de rendimentos, colheitas manuais e inúmeras tarefas que são realizadas à mão respeitando o ritmo da natureza.
Por vezes, utilizamos técnicas ancestrais de granjeio, como enrola em vez de desponta; controlo das temperaturas/ pluviosidade/ velocidade do vento, na estação meteorológica própria, de forma a efetuar tratamentos fitossanitários apenas quando são estritamente necessários.
Monotorizamos o uso de água através da instalação de contadores nos sistemas de bombagem,  de forma a minimizar os gastos e utilizar a rega apenas em situação de stress hídrico comprovado e comprometedor para a colheita e medindo o seu uso e consumo ano após ano.
Cuidamos de forma tradicional a nossa vinha centenária com 7 hectares e ainda mobilizamos o solo com charrua e cavalo, fazendo a aplicação de adubo de forma manual, com recurso à descava.
Mantemos os muros de xisto nos socalcos de vinha para diminuir a erosão do solo e manter a densidade de plantação na vinha centenária.
Entre muros e vinha, mantemos diversos recantos históricos como os três seculares pomares de fruta, a antiga azenha, a capela e o marco pombalino datado de 1758, que registam a antiguidade da agricultura de subsistência no nosso terroir.
Conservamos um terço da terra no seu estado virgem, onde se podem descobrir pequenos nichos de matos mediterrânicos, assim como laranjeiras, figueiras, limoeiros, amendoeiras, oliveiras, muitas tisanas e ervas locais, coabitando com uma surpreendente fauna.
Criámos, com Maria Fernanda Amorim, um museu que expõe uma das maiores coleções privadas sobre a história da uva, da adega até ao vinho, da armazenagem, engarrafamento e rotulagem, passando por um irrepreensível laboratório.
Os nossos colaboradores convivem com os turistas que diariamente podem usufruir de uma caminhada revigorante pela vinha ao longo das três rotas sinalizadas num total de 8 kms, mantendo toda a propriedade limpa e bonita.
Incentivamos a pro-atividade em relação ao aumento das pressões ambientais, como por exemplo a colocação de caixotes de lixo orgânico em vários locais da Quinta, potenciando a otimização de separação dos resíduos para reciclagem.
No dia a dia da nossa empresa, respeitamos os colaboradores e oferecemos muita formação, promovendo uma cultura de igualdade e inclusão em que mulheres e homens têm as mesmas oportunidades profissionais.
Integramos fornecedores e lavradores na cultura da empresa, colaborando em verdadeiras parcerias, visando a sustentabilidade do negócio e a preservação das tradições do Douro.
Providenciamos regras de transparência ao longo de toda a cadeia, não colaborando com situações ilegais e de fraude na gestão dos recursos humanos e parcerias de negócio.

Compromisso social

A Bagos d’Ouro começou em 2010, a partir do sonho partilhado de Luísa Amorim e do Padre Amadeu Castro por um Douro mais equilibrado, equitativo e inclusivo. O foco de atuação seria a criação de igualdade de oportunidades para as crianças e o reforço das novas gerações para um papel ativo na inversão do ciclo de pobreza e exclusão social através da educação, a “arma mais poderosa para mudar o Mundo”.

Hoje, em conjunto com vários produtores de vinhos do Douro, a Associação Bagos d´Ouro é uma grande instituição de solidariedade social que atua em 6 concelhos do Douro – Alijó, Armamar, Murça, Sabrosa, São João da Pesqueira e Tabuaço, com a missão de promover a educação  e inclusão social de crianças e jovens carenciados do Douro.

A Associação Bagos d’Ouro estabelece compromissos a longo prazo e estratégias de proximidade, com impacto positivo no território e na vida de mais de 150 crianças e jovens e respetivas famílias, acompanhando o seu percurso educativo, social e familiar até à integração na vida ativa.

Associação Bagos D'Ouro

Compromisso Sectorial

A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo acredita que a cultura de um passado é a base para o futuro de uma grande região como o Douro. É com muito orgulho que fazemos parte de alguns movimentos regionais e somos parceiros de grandes organizações.

Museu do Douro

A gestão do Museu do Douro é da responsabilidade da Fundação Museu do Douro, de que a Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo foi membro fundador, e onde Luísa Amorim exerceu dois mandatos como vogal no conselho de administração. Este grande museu do território foi concebido para reunir, conservar, identificar e divulgar o vastíssimo património museológico e documental disperso pela Região Demarcada do Douro.

Numa perspetiva de "museologia de comunidade", o Museu do Douro assume um papel preponderante no desenvolvimento cultural e social em total parceria com as instituições locais, regionais e internacionais. O Museu do Douro nasce no emblemático edifício da antiga “Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro Vinhateiro”, localizado na Régua, podendo ser visitado todo o ano.

ACIBEV

A ACIBEV - Associação de Vinhos e Espirituosas de Portugal - é a associação empresarial em Portugal que representa uma parte significativa do volume de negócios do setor de vinhos e bebidas espirituosas nas áreas de produção, distribuição e comércio, contando com a maioria das empresas líderes nas diversas regiões demarcadas, criadoras de marcas e que aportam valor aos vinhos portugueses.

O objetivo da associação é criar um ambiente propício à valorização e crescimento das empresas associadas, pelo que defende sempre a adoção de políticas que contribuam para o desenvolvimento e a sustentabilidade do negócio responsável.

Associação de Turismo do Porto e Norte

A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo tem, desde 2009,  a honra de pertencer a esta associação, cujo objetivo é desenvolver e promover interna e externamente o Porto e o Norte de Portugal como destino turístico, contribuindo decisivamente como catalisador da imagem de prestígio e notoriedade junto dos diversos mercados internacionais. 

A Associação de Turismo do Porto e Norte é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1995, por um conjunto de instituições com interesse neste setor. Pela sua representatividade, rigor e know-how foi nomeada pelo Turismo de Portugal  como a única entidade do Porto e Norte de Portugal elegível para a promoção do Destino na qualidade de Agência Regional de Promoção Turística do Destino.

Associação Sabrosa Douro XXI

A Associação “Sabrosa Douro XXI” é um projeto de colaboração interinstitucional fundando em 2006 com a Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e várias empresas privadas e a Câmara Municipal de Sabrosa, exercendo funções na Mesa da Assembleia na altura. Esta associação tem como objetivo dinamizar a atividade turística no concelho de Sabrosa em diferentes áreas da cultura e património, desenvolvendo uma oferta integrada em estreita articulação com as instituições públicas e privadas e a comunidade local da região.

D'Uva

D’Uva é um grupo de mulheres e produtoras de vinho que se associaram no início de 2016 para partilharem a cultura do vinho que as identifica e apaixona. São oito profissionais ativas com funções diversificadas, líderes que integram a nova geração de produtores e enólogos que está a colocar os vinhos portugueses no mundo.

São herdeiras de casas produtoras com forte tradição no país e transportam a memória e a cultura de uma atividade ancestral portuguesa para os modernos processos de produção de vinho. Com vinhas de norte a sul de Portugal, do Alentejo à região de Lisboa e Douro, as d’Uva são símbolo da qualidade e diversidade dos vinhos portugueses.

The New Douro

"O Novo Douro" ganhou vida em 2004, graças a Paul Symington, Dirk Niepoort e Cristiano Van Zeller, numa altura em que uma nova geração de jovens produtores de vinho assumia o comando que outrora tinha sido dos mais velhos. Mas relembrar a história do "Velho Douro" é fundamental já que o Vinho do Porto é produzido há mais de 300 anos.

A produção de vinhos tranquilos começa a ganhar força pela primeira vez no início dos anos 90. O “ Novo Douro” já reúne 25 produtores de vinho que, em conjunto, organizam eventos no Mundo.

The Yeatman e os Produtores de Vinho

O hotel The Yeatman estabeleceu desde a sua abertura parcerias com os melhores produtores de vinhos nacionais, que participam ativamente nos seus  programas de provas, eventos temáticos e jantares vínicos.

A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo colabora com o The Yeatman, personalizando um quarto que proporciona aos hóspedes um conhecimento da história da quinta e da Região Demarcada do Douro.

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